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Segmento Audiovisual e Animação Digital

Antes de escolher um curso do SENAI Rio, conheça melhor este segmento

O mercado audiovisual do Rio de Janeiro possui posição de crescente destaque, havendo um crescimento nos últimos anos. O setor possui carência de profissionais, o que respalda amplamente a necessidade de oferta de cursos de qualificação e aperfeiçoamento profissional.

Vale ressaltar que, no Rio de Janeiro, estão situados importantes centros de produção da TV brasileira, como o Projac da Rede Globo de Televisão, o Rec 9 da Rede Record, a TV Brasil, além de filiais da TV Bandeirantes, SBT, e o Pólo de Cinema de Jacarepaguá, responsáveis pela geração de cerca de 10 mil empregos diretos e 30 mil indiretos.

Ainda com relação à produção para TV no Rio de Janeiro e no Brasil, com a nova Lei da TV a Cabo, sancionada em setembro de 2011 vem ampliando a demanda das emissoras de TV à cabo por conteúdos nacionais e independentes, alavancadas por novos recursos para o financiamento da economia audiovisual, principalmente a produção independente.

Na área de jogos A indústria tem sua importância relacionada não somente à sua capacidade de geração de emprego e renda, mas também pela vocação de promover a inovação tecnológica, que transborda para os mais diferentes setores da economia: arquitetura e construção civil, publicidade e publicidade, as áreas de saúde, educação, treinamento e capacitação, entre outras.

Um dos motivos do crescimento da importância dos jogos digitais é que atualmente eles não são consumidos somente jovens do sexo masculino, mas por crianças, mulheres e idosos de ambos os sexos. Além disso, o seu uso e as tecnologias que desenvolvem ultrapassaram o entretenimento, adquirindo caráter "sério", ao serem incorporados, por exemplo, a atividades de educação, em pesquisas científicas, treinamentos corporativos.

Como é o mercado deste segmento no Rio?

No Estado do Rio de Janeiro encontra-se o Pólo Audiovisual de Barra do Piraí, além de dezenas de produtoras cinematográficas, dentre elas algumas de destaque, tais como a Conspiração, a TV Zero, a Cinema Brasil Digital, a Copacabana Filmes, a L.C. Barreto Produções Cinematográficas, a O2 Filmes e a Globo Filmes, entre muitas outras.

Estes dados situam a importância do Rio de Janeiro na área. O Festival Internacional de Cinema e o Anima mundi são destaques e acontecem na Capital Carioca. O setor desde 2013 possui forte aquecimento. De acordo com a ANCINE, 2013 foi um dos melhores anos para o cinema brasileiro nas últimas duas décadas. Foram 127 longas-metragens nacionais lançados em circuito comercial - recorde histórico para o cinema nacional -, com 27,8 milhões de espectadores, gerando uma renda de R$ 296 milhões.

No primeiro semestre de 2014 os filmes nacionais obtiveram uma renda de 132 milhões de reais. Com um público de 11 milhões e 400 mil assistiram os 105 filmes brasileiros nas salas de cinema.

Em um mercado competitivo, a distribuição de filmes realizadas por empresas nacionais já alcançam 23% do mercado, movimentando uma renda de 231 milhões de reais, ocupando um terço das salas de cinema, dados publicados pela ANCINE no dia 02 de julho de 2014.

Cerca de cinquenta por cento desse tempo deverá ser ocupado por estes produtores independentes, o que significa uma oportunidade para novas ideias, estéticas e concepções no campo da criação audiovisual e, ao mesmo tempo, mais chances de trabalho na área.

Ademais, produtoras independentes já mostraram a viabilidade econômica da internet como canal de exibição do audiovisual independente. O coletivo Porta dos fundos, que publicou o primeiro vídeo no dia 06/08/2012, possui vídeos com 15 milhões de acesso. Atualmente os vídeos publicados semanalmente atingem a marca de 1 milhão de visualizações em 48 horas. Outro exemplo bem sucedido é o da produtora carioca Parafernália que consolida a internet como mercado e modelo de negócio sustentável.

Por estes fatores, justifica-se amplamente a oferta de cursos de audiovisual como Edição de Vídeo, colorimetria, Câmera, Fotografia, Roteiro, Captação e mixagem de som, entre outros.

O Setor de games no Brasil vem se destacando em razão de sua capacidade de movimentação da economia e da geração de empregos. Estudo do BNDES com 133 empresas nacionais, desenvolvedoras de games, apresentou o cenário mundial do setor e a sua importância estratégica para a economia. Segundo a PricewaterhouseCoopers, o mercado mundial de jogos digitais movimentou US$57 bilhões em 2010, enquanto o de cinema, US$ 31.8 bilhões (ver relatório).

De acordo com o BNDES, a segmentação deste mercado aponta oportunidades competitivas para o Brasil na área de produção de Jogos Casuais, Móveis e Sociais, que possuem alto volume, preços baixos, crescimento rápido e público mais amplo do que os Jogos de Console.

No Brasil há uma concentração de empresas em São Paulo (36%), Rio Grande do Sul (11%) e Rio de Janeiro (8%), possivelmente pelo fato de infraestrutura de Internet, oportunidades de negócios e concentração de profissionais qualificados. No ano de 2013 foram produzidos 1417 jogos no Brasil sendo a concentração nos tipos: Entretenimento (49,3%), Serious Games (47,8%), Simuladores com uso de hardware específico (1,6%) e Outros tipos de jogos digitais (1,3%).

Além de ser um setor de alta tecnologia, os jogos digitais englobam atividades artísticas e dependem de pessoal altamente qualificado para sua produção. Este setor mobiliza desenvolvedores, estúdios, distribuidoras e fabricantes de plataformas de hardware.